Objetivos:
Cabe a este departamento a observação e encaminhamento das atividades na Sociedade Espírita em acordo com os postulados espíritas, constantes nas obras da codificação, escritas por Allan Kardec sob a orientação dos Espíritos Superiores, encarregados por Jesus para trazer a luz do Consolador ao mundo.
Coordenação:
Iara Juliane Ristow
Para ilustrar o compromisso deste departamento e também a importância das nossas ações, em consonância com a Doutrina que abraçamos, propomos a leitura de algumas mensagens de eminentes apóstolos da fé, as quais transcrevemos abaixo:
- O serviço da unificação em nossas fileiras é urgente, mas não apressado. É urgente porque define o objetivo a que devemos todos visar; mas não apressado, porquanto não nos compete violentar consciência alguma.
- Mantenhamos o propósito de irmanar, aproximar, confraternizar e compreender, e, se possível, estabeleçamos em cada lugar, onde o nome do Espiritismo apareça por legenda de luz, um grupo de estudo, ainda que reduzido, da Obra Kardequiana, à luz do Cristo de Deus.
- A Doutrina Espírita possui os seus aspectos essenciais em configuração tríplice. Que ninguém seja cerceado em seus anseios de construção e produção. Quem se afeiçoe à ciência que a cultive em sua dignidade, quem se devote à filosofia que lhe engrandeça os postulados e quem se consagre à religião que lhe divinize as aspirações, mas que a base kardequiana permaneça em tudo e em todos, para que não venhamos a perder o equilíbrio sobre os alicerces em que se nos levanta a organização.
- Ensinar, mas fazer; crer, mas estudar; aconselhar, mas exemplificar; reunir, mas alimetar.
- É indispensável manter o Espiritismo qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios.
- Allan Kardec, nos estudos, nas cogitações, nas atividades, nas obras, a fim de que a nossa fé não se faça hipnose, pela qual o domínio da sombra se estabelece sobre as mentes mais fracas, acorrentando-as a séculos de ilusão e sofrimento.
- Seja Allan Kardec, não apenas crido ou sentido, apregoado ou manifestado, a nossa bandeira, mas suficientemente vivido, sofrido, chorado e realizado em nossas próprias vidas. Sem essa base, é difícil forjar o caráter espírita-cristão que o mundo conturbado espera de nós pela unificação.
- Amor de Jesus sobre todos, verdade de Kardec para todos.
Bezerra de Menezes
(Trechos da mensagem "Unificação", psicografada por Francisco Cândido
Xavier
Revista Reformador, dezembro de 1975).
Amigos, louvado seja Deus!
O tempo urge, de fato, convocando as almas de boa vontade ao trabalho libertador. É a grande ensancha que Deus oferta aos filhos seus, que se encontram realizando esforços de evolução na Terra.
Fomos obsequiados com as bênçãos do Criador para que, mesmo sob o azorrague de intensas pelejas, realizássemos o próprio progresso, deixando ao pretérito as experiências em que desconsiderávamos a nossa condição de seres imortais, fazendo uso indevido das oportunidades da reencarnação.
O trabalho dos Emissários de Jesus, o Nazareno, junto aos seareiros do Bem, vem sendo, curiosamente, o de envolvê-los em fluidos salutares específicos, o de protegê-los com recursos apropriados, impedindo que sejam desnorteados ou tragados por influências nefastas do campo espiritual sombrio, que se valem dos cochilos morais dos lidadores, embora a sua atuação nas atividades do Movimento Espírita.
A razão de enfocarmos essa temática, no momento, deve-se ao fato de que muitos confrades respeitáveis, que vêm operando um considerável labor positivo no âmbito da mensagem luminosa do Espiritismo, não tem mantido o esperado cuidado relativamente às suas vidas pessoais, particulares, muitas vezes por entender que se possa ser espírita por turnos... Num turno faz-se tudo o que a Doutrina Espírita propõe, conquistando a consideração e os encômios dos irmãos de crença, enquanto noutro libera-se o homem-velho para que se possa experimentar todos os sabores do mundo passageiro, mesmo que amargos, seja na esfera dos negócios, da vida com a família ou do relacionamento com os confrades, desatendendo aos preceitos da honorabilidade, da fidelidade e da fraternidade, como se fosse perfeitamente normal essa dualidade moral. É do apóstolo Paulo a orientação: vede prudentemente como andais... (Efésios, 5:15.).
Na órbita das realizações espíritas, torna-se um dever de cada um de nós guardar a devida vigilância em torno dos próprios passos, garantindo que cremos, que assumimos exatamente aquilo que estamos transmitindo a outras inteligências, guardando, assim, coerência entre o nosso discurso e o curso da nossa vida.
Dispostos, então, a envolver-nos com o vero espírito do Espiritismo, que não nos cobra perfeição, mas que nos pede fidelidade, tratemos de não desmentir com os feitos o que apregoamos com nossas palavras escritas ou faladas.
Conscientes quanto à honra de viver tão eloqüente contexto espiritista, nesses tempos complicados do mundo contemporâneo, unamo-nos, fraternalmente, e confraternizemos em torno desse Ideal, sem perdermos a ocasião de exercitar, ainda que pouco a pouco, a fidelidade proposta por Jesus aos Seus seguidores de todos os tempos.
É com augúrios de muito progresso e paz que abraço os irmãos, na condição de pequeno servidor.
Joaquim Olympio de Paiva*
(Mensagem psicografada pelo médium Raul Teixeira, durante a reunião do
CFN da FEB, em 11/11/2005, em Brasília (DF). Publicada em Reformador de
fevereiro de 2005, p.33).
Texto original em: http://www.auxiliofraternidade.com.br/deptos/dedo.php
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